Conforme o Sl 132:13-14, o Senhor fala de repouso e morada; Salomão conhecia isso (e caminhou como o texto que já trabalhamos); como era um homem sábio, entendia também que Deus é infinito: Dt 10:14; Sl 139; Sl 148:4; Is 61:1; At 7:4-9; At 17:24.Mas o HABITAR se referia a comunhão, e isso, Deus nunca perdeu de vista: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar não existe mais. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém... Então ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: EIS O TABERNÁCULO DE DEUS COM OS HOMENS. DEUS HABITARÁ COM ELES. ELES SERÃO POVOS DE DEUS, E DEUS MESMO ESTARÁ COM ELES.” Ap 21:1-3
O anjo do Senhor ao anunciar a José que ele seria pai, disse: “Eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho, ele será chamado pelo nome de EMANUEL” Mt 1:23. Emanuel significa Deus conosco.
Quando você está em Cristo, através do Espírito Santo, Deus está presente conosco e em nós (Ef 2:13; Jo 16:12-15; Rm 8:12-17). Isso é COMUNHÃO. Jesus orou por isso: “...a fim de que sejam um; e como és tu, ó Pai em mim e, eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” Jo 17:21.
O Senhor sempre quis ter esse relacionamento conosco; sermos Seu povo e Ele ser nosso Deus. Paulo fala que: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo... e nos confiou a palavra da reconciliação.” II Co 5:19.
O conceito de espiritualidade varia entre os diversos grupos cristãos. Em alguns círculos, a pessoa que fala incessantemente de religião é julgada como sendo muito espiritual. Outros aceitam a exuberância ruidosa como um sinal de espiritualidade, e em algumas igrejas, o homem que ora em primeiro lugar, por mais tempo e mais alto consegue uma reputação de ser o mais espiritual na assembléia.
Um testemunho vigoroso, orações freqüentes e louvor em voz alta podem entrosar-se perfeitamente com a espiritualidade, mas é importante entendermos que em si mesmos não constituem nem provam a presença da mesma.
Com esta expressão, João Wesley (JW) sintetizou uma das características fundamentais na Vida e Missão da Igreja Metodista. Demonstrou o equilíbrio doutrinário do movimento metodista entre fé e obras e estabeleceu um resumo da fé metodista em termos práticos (Atos 2:42-47).
Segundo esta posição, Paulo quando dá ênfase a salvação pela fé “independentemente das obras para que ninguém se glorie” (Ef 2:9) não entra em contradição com Tiago que afirma que a “fé sem obras é morta” (Tg 2:17) pelo contrário, complementam-se, pois os atos de misericórdia são os frutos da fé e dão a ela autenticidade, enquanto a fé dá sentido e conteúdo às obras que não são feitas para alcançar a salvação ou qualquer outro benefício, mas para manifestar o amor de Deus a serviço do próximo.
Testemunhos
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